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ESCOLA DA FAMÍLIA

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CHAMAMENTO PÚBLICO IES

 

Voluntariado

O Programa Escola da Família constitui-se como um espaço para o exercício da cidadania e uma possibilidade para a ampliação de horizontes culturais das comunidades. Por isso, tem o voluntariado como um de seus pilares.

Atuando no campo da cidadania, o voluntariado aprofunda o compromisso de todos com a coletividade, fortalece as políticas públicas, contribui para ampliar as perspectivas de vida das comunidades, disseminando uma cultura de paz.




 

Pessoas de diferentes idades, da comunidade ou de empresas, se propõem a realizar, por exemplo, cursos e oficinas, colaboram nas atividades administrativas, entre outras ações.

A multiplicidade das atividades oferecidas pelos voluntários é enorme. De acordo com a necessidade da comunidade, elas são rapidamente adaptadas, pois, no Programa Escola da Família, educadores e voluntários, juntos, têm autonomia para a realização das ações.

No Programa Escola da Família, a abertura das escolas, aos finais de semana, garante um espaço público que estimula a participação cidadã no desenvolvimento de atividades sociais, possibilita que a própria comunidade possa gerir-se e fomenta sua presença na construção e condução do Programa, aliando forças entre a sociedade civil e o Poder Público.
 
O voluntariado no Programa está regulamentado pela Lei Nº 9.608/98 e a formalização de sua atuação com a assinatura do Termo de Adesão.  

Como ser voluntário ?

Voluntário: entre em contato com uma Escola participante do Programa Escola da Família

Empresa: entre em contato com a Coordenação do Programa pelo e-mail escoladafamilia@fde.sp.gov.br

Voluntariado Corporativo

No Programa Escola da Família, além de investir como parceiras, empresas também optam por atuar no voluntariado corporativo, incentivando seus funcionários a dedicarem parte de seu tempo a ações voluntárias nas escolas estaduais, desenvolvendo projetos de diversas naturezas.

Em diversas experiências, o voluntariado é um importante segmento nas ações de responsabilidade social das empresas. Nele, todo mundo ganha. Escolas e comunidades ganham fortes aliados para desenvolver as ações do Programa, podendo realizar projetos duradouros e de qualidade. A empresa fortalece seu vínculo com o funcionário, promovendo uma oportunidade para o exercício da cidadania. Além disso, contribui para a busca de soluções de problemas sociais e tem maior reconhecimento de sua imagem. O voluntário se realiza por estar envolvido em um trabalho social e cooperativo, pode adquirir novas experiências, habilidades e descobrir talentos.

Voluntariado e Protagonismo Juvenil

O jovem voluntário também encontra espaço para atuar no Programa Escola da Família. Nesse trabalho, incentiva-se a autonomia e o crescimento pessoal do adolescente, que se envolve em ações solidárias, aprende a lidar com as diferenças, compromete-se com projetos e objetivos comuns. Ao traçar metas e solucionar problemas, o jovem tem a oportunidade de exercer o Protagonismo Juvenil.

A comunidade também se beneficia com o voluntariado jovem, que promove transformações, numa relação de confiança e troca de aprendizagens entre gerações.

Esse incentivo também se inscreve na Resolução 143/2002, publicada pela Secretaria de Estado da Educação, que dispõe sobre a ação voluntária de estudantes da Rede Estadual, com objetivo de incluir essa experiência no histórico escolar dos alunos.

O que o voluntário pode fazer?

Idéias adaptadas da publicação “Como as empresas podem implementar programas de voluntariado”, do Instituto Ethos e Programa Voluntários¹

O voluntário pode ser responsável, ajudar a organizar ou participar, por exemplo, de:

  • reformas e mutirões de limpeza;
  • gincanas e eventos;
  • campanhas;
  • atividades educativas, como contar histórias para crianças;
  • entretenimento para diversas faixas etárias;
  • passeios culturais;
  • projetos de média duração, atendendo a necessidades específicas da comunidade.
  • cursos, oficinas e palestras, colocando suas habilidades profissionais específicas a serviço da comunidade;
  • formação de rede de contatos para articular parcerias para o desenvolvimento de ações e projetos na escola.

Além dessas, muitas outras ações podem ser oferecidas pelo voluntário. Vale lembrar que toda atividade deve ser feita de acordo com as habilidades e competências do voluntário e as necessidades da comunidade. Por isso, é importante que as ações sejam planejadas em parceria com o Educador Profissional do Programa Escola da Família de cada Unidade Escolar.

¹ GOLDBERG, Ruth. “Como as empresas podem implementar programas de voluntariado”. São Paulo: Instituto Ethos e Programa Voluntários, 2001.

 




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